Astronomia: Europeus farão novo pouso em cometa

Salvador Nogueira

Europeus fazem plano para realizar segundo pouso num cometa, desta vez com a sonda Rosetta.

LÁ VAMOS NÓS DE NOVO?
Em novembro de 2014, tivemos o histórico primeiro pouso de uma espaçonave num cometa. O módulo Philae realizou uma descida emocionante até a superfície do Churyumov-Gerasimenko e trabalhou lá por quase três dias, antes de esgotar suas baterias. Agora, chegou a hora de se preparar para um segundo pouso.

AGORA VAI
A Agência Espacial Europeia já está planejando a descida final da sonda Rosetta. Foi ela quem levou de carona o Philae até o cometa Chury. A ideia dos cientistas é conduzir a orbitadora a uma descida suave na região que foi batizada de Agilkia — local onde o Philae originalmente devia se estabelecer. Mas acabou que ele só quicou lá e foi parar em outro canto, bem longe dali.

DEFINIÇÕES
O pessoal da ESA ainda está fazendo testes e resolvendo os últimos detalhes do plano, mas o objetivo é realizar a descida no dia 30 de setembro, encerrando com chave de ouro a missão Rosetta, que foi lançada em 2004 e passou dois anos em órbita do Churyumov-Gerasimenko. Não sabemos se ela sobreviverá ao contato com o solo do cometa. Afinal, ela nunca foi projetada para pousar.

EM ASTEROIDE FOI
O único precedente para a operação foi dado pela sonda americana Near Shoemaker, que orbitou o asteroide Eros por um ano antes de ser conduzida a um pouso suave em sua superfície, em fevereiro de 2001. Surpreendentemente, a orbitadora resistiu à descida e conseguiu colher informações de composição do solo em altíssima resolução. Pode a Rosetta fazer o mesmo?

MISSÃO IMPOSSÍVEL
O pouso de agora é mais ousado, pois cometas têm superfície bem mais ativa que asteroides. Há apenas uma semana, a Rosetta passou por um grande aperto, quando seu rastreador de estrelas (usado para navegação e controle da órbita) foi confundido pela poeira que subia do solo do Chury. Isso, a 5 km da superfície. Imagine como será tentar pousar lá. Ou melhor, nem imagine. Em breve, saberemos.

A coluna “Astronomia” é publicada às segundas-feiras, na Folha Ilustrada.

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Comentários

  1. Bom como eu acredito que eles estão por ai[extraterrestres], vai acontecer um blackout de novo; como fizeram com a outra ; se captou o som deles antes da parada!! eles estão escondendo esta parte da historia toda! vamos aguardar para uma nova cessão de gargalhadas!!

  2. Boa noite Salvador da astronomia tupiniquim! O que determina a velocidade de um cometa? O seu tamanho? A sua órbita? Ou o seu trajeto passando por grandes planetas com imensas gravidades? Abs!

    1. Como todos os objetos, é a lei da gravidade. E, no caso das órbitas elípticas dos cometas, há uma demonstração linda da terceira lei de Kepler: o cometa varre áreas iguais na elipse em tempos iguais.

  3. Salvador, se o Cometa retornará em uns 6 anos não seria útil manter a Rosetta em sua órbita? Não será um desperdício simplesmente descartá-la?
    Mesmo com o esgotamento do combustível para manobras não seria possível deixá-la em uma órbita estável ao redor do cometa e retomar o contato sempre que ela retornasse? Ou, eles já analisaram tudo que tinha pra ser analisado? O custo pra manter a missão seria muito alto?

    1. Algumas coisas entram no jogo aí, e você mencionou várias delas. Custo e ganho científico são dois deles. Vamos ganhar mais com um voo rasante final do que com mais uma órbita completa em torno do Sol. Outra coisa é que a Rosetta corre sério risco de pifar. Ela vive de painel solar, e é muito difícil usar painel solar operando na região de Júpiter, para onde ela está indo. É verdade que ela já esteve lá uma vez, mas em hibernação, antes do encontro com o Chury. Fazer isso de novo seria bastante arriscado, e haveria chance grande de a Rosetta não despertar novamente. Não se esqueça também de que, embora a missão científica dela tenha começado há dois anos apenas, ela já está no espaço, tomando banho de radiação e gastando combustível, há 12. E combustível é um outro fator: provavelmente não haveria combustível suficiente para manobrar a sonda mais adiante, caso a missão prosseguisse. A decisão de pousar é a melhor, do ponto de vista científico, financeiro e de engenharia.

  4. Pra mim, de todas as missões que pude acompanhar, essa é de longe a mais bonita e emocionante. Me sinto premiado em viver numa época onde pessoas incríveis são capazes de aplicar o conhecimento científico e tecnológico para realizar um projeto tão surpreendente como esse.

    1. Foi incrível mesmo. Dá um nó na garganta vê-la terminar, mas todas as coisas boas acabam um dia, e o legado da Rosetta certamente vai conduzir a conquistas ainda maiores mais adiante! O melhor sempre está por vir! 🙂

  5. Salvador,
    Por que se fala tão pouco da Sonda japonesa Hayabusa que além de pousar em um asteroide (Itokawa) teria retirado amostras e retornado a Terra, missão tão complexa quanto essa Rosetta-Philae. Alguma noticia sobre andamento da Hayabusa II?

    1. Flavio, eu falei bastante da Hayabusa na época em que rolou — escrevi diversas reportagens para a Folha e roí muitas unhas também. rs
      A Hayabusa 2 está a caminho de um novo asteroide e aposto que será realmente empolgante — mas não durante o trajeto interplanetário, que é realmente tedioso.
      Agora, tendo dito tudo isso, Rosetta-Philae foi uma missão mais complexa — manter órbita e pousar num cometa é muito mais complicado que em um asteroide, por conta da superfície ativa.

  6. Salvador, a posição exata da Philae nunca foi determinada? Ela chegou a transmitir mais dados após aqueles primeiros dias?

    Embora ache fantástico, me parece que a Roseta não irá obter grandes conclusões com esse novo possivel pouso. Seria apenas um The End com glamour. Estou correto?

    E onde acho seus livros? Tem em formato digital (principalmente o último)?

    Forte abraço!

    1. Mauricio, não, eles têm uma possível identificação do Philae, mas nunca confirmada. E ele chegou a transmitir alguns dados desconexos de telemetria depois daqueles primeiros dias, mas nada muito útil. Sobre o pouso da Rosetta, acho que pode trazer mais informações, mas claro que nada tão impactante quanto o que já foi — que é o que ela foi projetada para fazer. E, sem dúvida, é mais pelo espetáculo, pelo desafio técnico e pelo fim poético que estão fazendo isso. Ou não é charmoso “guardar” a Rosetta no próprio cometa depois que cumprir sua missão? 🙂

      Sobre meus livros, alguns têm formato digital, outros não. O último, ainda não. Mas terá, creio eu, porque os demais lançados pela Abril tiveram. Obrigado pelo interesse!

      Abraço!

  7. Salvador, boa tarde!
    Gosto muito de ler os comentários, pois aprendo muito com eles e também com suas ótimas respostas. Em um comentário deste post, eu aprendi que a sonda Rosetta está acompanhando o cometa por onde ele for pois está em sua orbita.
    Minha pergunta é:
    1- Existem cometas que passam por nossos arredores e vão até fora do sistema solar?
    2- Se sim, poderíamos colocar sondas em sua órbita? Então as mesmas seriam levadas para fora do sistema solar sem gastar combustível e poderíamos fotografar o que se passa por lá? Se a primeira resposta for NÃO. Poderíamos usar este método para estudar o próprio sistema solar?
    Abraçooos!

    1. Diogo,
      1- Depende da sua definição de “fora do Sistema Solar”. Se for além da órbita de Netuno, com certeza. Se for além da influência de radiação predominante do Sol, sim. Mas se for além da esfera de influência gravitacional do Sol, por definição, não.
      2- Poder, poderíamos. Mas seria muito, muito, muito difícil. É verdade que hoje a Rosetta não precisa mais fazer esforço, por assim dizer, para acompanhar o cometa. Mas isso porque ela foi colocada numa órbita igual à do cometa, para começar, o que exigiu muita “ginga” gravitacional usando planetas como estilingue para fazer esse ajuste de órbita (a Rosetta fez sobrevoos da Terra e de Marte antes de igualar sua órbita à do cometa), ao longo de 10 anos. Então, na prática, colocarmos uma nave na órbita de um cometa como o que você menciona ou lançarmos uma nave para ficar numa órbita como a dele dá na mesma. E outra: não adianta nada ir longe sem saber aonde você vai. O espaço é MUITO grande. Provavelmente, não haverá nada notável para ver pelo caminho, se não for planejado um alvo de antemão para a missão.

      Abraços!

  8. Essa possibilidade do pouso da Rosetta não existia mesmo? Isso nunca foi pensado, é improvisação total? O que levou o pessoal a pensar numa manobra tão ousada, que não estava projetada? Foi a frustração pelo pouso da Philae não ter saído tão bem como esperavam? É inesperado, arrojado e muito curioso esse desfecho, tomara que dê certo.

    1. Ulisses, nunca fez parte da missão declarada da Rosetta, nem do planejamento da sonda. Mas claro que eles já deviam ter uma ideia assim desde antes do lançamento, pois a NEAR Shoemaker realizou façanha semelhante, com um asteroide, em 2001. Certamente não tem nada a ver com o Philae e com seu desempenho — tido, com razão, como sucesso total pela ESA. Ninguém se lembra de que o Philae, para começo de conversa, tinha menos de 50% de chance de conseguir fazer o pouso, que dirá colher qualquer dado científico. Quem acha que o Philae foi menos que sensacional não tem ideia de como exploração espacial é difícil. Abraço!

  9. Boa tarde Salvador. Adoro suas postagens.
    Tenho algumas dúvidas e curiosidades, se puder me ajudar.
    Como a sonda Rosetta orbita o cometa? Ela segue o cometa na mesma velocidade?
    Para onde o cometa está indo? Quanto tempo levaria para se aproximar do sol novamente e se teria chance da philae ”acordar”?

    1. Michelle, a Rosetta está presa à gravidade do cometa — essa é a definição de orbitar. Portanto, ela segue o cometa ao redor do Sol na mesma velocidade que ele. (Não precisa mais ficar acelerando para alcançá-lo.) O cometa agora se dirige para a região da órbita de Júpiter, onde faz seu afastamento máximo do Sol. Só voltará a se aproximar em mais uns seis anos. O Philae não terá como acordar mais. A essa altura, já foi irreparavelmente danificado pelo frio na superfície do cometa, de forma que, mesmo que houvesse energia suficiente nos painéis solares, ele não voltaria a operar.

      1. Ah, que interessante. Imaginava que um cometa não teria essa ”força” para puxar algum objeto, por ser bem menor que um planeta.
        Então todos objetos que tem no espaço, tem gravidade?
        Obrigada pela resposta.

        1. Sim, todos eles têm gravidade, ainda que fraquinha. Para ter gravidade zero, só tendo massa zero. 😉

  10. Salvador,

    Depois de aterrisar (ou acometizar haha, em inglês é landing pra qq corpo celeste ;)) vai ter combustível de sobra para uma eventual decolagem? Seria interessante se tentassem alguma manobra deste tipo para analisar outros locais do cometa bem de perto 😀

    1. Nope. É o fim da missão. Com aqueles paineizões solares, não sei nem se vai dar certo a primeira descida. Levantar e descer de novo, nem pensar.

  11. Salvador, existe algum tipo de seguro que essas agencias espaciais fazem no caso de uma missão fracassar ou ter algum imprevisto?

    1. Pra lançamento fazem seguro (que não cobre o valor total, mas ajuda a amainar o preju). Mas depois de lançado com sucesso aí não tem mais jeito.

  12. Boa tarde, Salvador!

    Ótima notícia esta, e bastante inesperada também!

    Existe alguma chance de que, caso a sonda pouse em segurança e bem próxima da Philae, de ser reestabelecido algum contato ela? Ou este módulo está mesmo mudo para sempre?

        1. Já era. Gone. A essa altura, com o frio, estragou o que faltava estragar. Foi bom enquanto durou. 😉

  13. Salvador, como funciona a liberação e publicação dos comentários no Blog? tem como ficar online, acompanhando o que todos estão postando? As perguntas e comentários feitas na parte da manhã, só são publicadas após ás 14:00hs?

    1. A limitação é do blogueiro… acordado até as 3h30 ontem, não consigo estar online pela manhã para aprovar comentários. Aí sou atropelado pela rotina — levar moleque na escola, almoçar — e só consigo me sentar à frente do computador às 13h e pouco. Mas não tem uma regra certa. Às vezes logo pela manhã para aprovar comentários, às vezes estou muito atribulado e um dia inteiro passa em branco (normalmente quando não tem post; quando tem eu venho sempre aprovar). É isso. Desculpe o mau jeito. 😛

      1. Vixe… bem atribulada seu dia a dia. rs. De qualquer maneira, parabéns. Inclusive pela paciência.
        Abs

      2. Olá Salvador!
        Aproveito para perguntar como sobra tempo pra pesquisar, ler…
        Entendo essa de rotina, também tenho a minha e me identifiquei muito. Também levo menino (no caso menina) pra escola. Alguma dica de disciplina e rotina?

        Abraços!

  14. não entendo como se gasta tanto a procura do nada no espaço, e quando um avião cai no mar mesmo com um objeto chamado caixa preta emitindo sinal não se consegue achar. vai entender né!

    1. Seu comentário deixa bem claro que você não entende mesmo. Se tivesse conhecimento, saberia que astronomia não tem ABSOLUTAMENTE NADA A VER com a busca de aviões no fundo do mar.

      Tente de novo, mas agora ESTUDANDO. Quem sabe assim você não deixa de ser ignorante?

      1. Oswaldo,

        Além de um completo imbecil, você não tem educação nenhuma. Tem uma inveja brava do Salvador pelo fato dele produzir enquanto você vegeta. O que mais me admira no Salvador é que, apesar de ser ofendido por imbecis como você, ele se mantém firme em não censurar os comentários.

        1. Paulo, o “de souza”, está em conflito. Suas crenças não se sustentam. Já viu que não dá para acreditar em um livro escrito pelos homens em 328 D.C.
          Por isso, só utiliza termos infantis…chute, desespero, ofensas e … bom, chega!!. Estou dando muito ibope para ele. Fraquinho. Vai ensinar teologia do século XVI para crentes.

      2. Wadinho, seu conceito de racionalidade é muito discutível. Entretanto, reconheço a facilidade com que você tece comentários antipáticos e sua imensa aptidão para expressar o nada. Nesse sentido, parabéns.

    2. Sinais de rádio se propagam muito melhor no espaço onde há vácuo do que na água. A absorção dos sinais na água enfraquecem muito o sinal.
      A direção de onde vem os sinais da sonda é bem conhecida, pois é um ponto da trajetória do cometa. Já os sinais de uma caixa preta de avião que caiu no mar vem de um ponto desconhecido e que só pode ser determinado se fizer uma varredura na área que ele pode ter caído. As condições do clima, os ventos e as correntes marítimas dificultam mais um pouco a localização.
      Lançar uma sonda para fazer pesquisas no espaço traz muito conhecimento e ajuda a desenvolver tecnologias novas que são usadas em outras áreas, pode inclusive desenvolver a busca por sinais fracos de rádio de origem desconhecida como aqueles que vem de caixas pretas de aviões.
      Países que não desenvolvem tecnologias espaciais tem dificuldades em estimular os mais jovens a estudar ciências, pois o processo de desenvolvimento nesta área é como uma “bola de neve”, o sucesso das missões espaciais atrai os jovens a trabalhar nesta área que exige que eles estudem matemática e ciências e para isto o sistema de ensino tem que mais desenvolvido para que haja gente mais apta a trabalhar no ramo espacial.

    3. Abmael, procura-se no espaço respostas para as velhas e ainda não respondidas perguntas: De onde viemos? Do que somos feitos? Para onde vamos? E não se gasta tanto assim nessas buscas, existem gastos muito maiores em coisas inúteis e nocivas, como os gastos em armas.

  15. Novamente estaremos obrigados pela mídia a assistir mais um fiasco interplanetário dos europeus com suas “baterias solares” eco”lógicamente” (“in)corretas”.

    1. A Rosetta vive de painéis solares, não de baterias. Sua tentativa de criticar os europeus (que tiveram de equipar o Philae com baterias de 20 anos atrás, para que ela chegasse lá hoje) não se aplica.

    2. Martins,

      Você deve fazer algo muito importante em seu dia a dia para criticar com tanta convicção os trabalhos dos europeus.

  16. Fantástico. Caso consigam o pouso da Sonda, ela possui quais instrumentos para análises e detecção?
    Conseguirá viajar no cometa por quanto tempo? Funciona com baterias de Plutônio ou somente solares?

    1. Só energia solar. Veremos se ela vai conseguir transmitir algo da superfície, ou só na descida. Terá de ser capaz de apontar a antena para a Terra do chão. Não vai ser fácil. A NEAR, por exemplo, não tinha como fazer isso. Ela só conseguia mandar sinal da superfície com a antena de baixo ganho, inútil para transmitir dados…

  17. Bacana… Passos de formiga para a humanidade. Passos de gigante para a tecnologia.
    P.S. Salvador, continuo sem encontrar seus livros aqui na minha região (Mogi das Cruzes S.P.)
    Tem como comprar on line?

    1. Já comprei o meu e recomendo. Foi numa banca de jornal mesmo. Mas o jornaleiro me disse que normalmente recebe apenas 1 ou 2 exemplares.

          1. Pois é. A Abril já lançou tantos livros a essa altura que você só acha alguns deles em cada lugar… Mas obrigado pelo esforço extra de encomendar! 🙂

  18. Salvador, ele foi projetado para esse pouso ou estão apenas reutilizando ele nesse novo passo?

  19. Bom dia! Que tipo de informação ela poderá trazer, já que não foi planejada p/ este tipo de missão?

    1. Bem, o que se pode esperar é a coleta dos instrumentos durante a descida, até chegar perto do solo. Depois que pousar, não sei se poderá conseguir algo mais. Mas certamente teremos informação espectrográfica e imagens de alta resolução da superfície, onde ela for descer.

  20. Gostaria de saber se vc pode obter informacoes sober um objeto circular c/aproximadamente 20 metros de circunferencia passou no MA por Volta dos anos 80 passou na altura de uns 20a40m metros de altura no povoado de Jacare (jenipapo dos vieiras)Eu e muitos moradores de la focamos chocados ate hoje niguem tem ideia do q era.foi num horario de 19a20hs nao fazia barulho e todo iluminado cor de fogo.

    1. Na época da guerra-fria na famosa área 51 era frequente o avistamentos de OVNIs,
      que era um centro de desenvolvimento de aeronaves militares, que eram secretos,
      muitas pessoas acharam ser alienígenas por que os militares davam desculpas esfarrapadas, nunca iriam dizer que era um protótipo de um avião.
      Esse avistamento em MA pode ser qualquer coisa, estávamos na Guerra-fria, na ditadura militar , pode ser algo natural ou artificial, uma coisa é certa quanto mais você olha para cima, aumenta sua oportunidades de ver “coisas”.

      1. Ahahaha…boa David. Desde que o mundo inteiro teve acesso aos celulares com câmera, as fotos de OVNIs começaram a ficar desfocadas. Acabaram os avistamentos, até das velinhas no alpendre das fazendas.
        Agora a desculpa é que a humanidade não está preparada para a verdade. rsrs.

    2. NO mais provável para mim; um disco voador ; sei onde eles estão e como funcionam; sempre aparecem no Xingu; eles andam por la e redondeza!! mas pode estar um balão meteorológico!!
      existe mundo intra-terreno por la a Seculos[amozonia=Grão p-arará]
      disco voadores se locomovem com alta velocidade ; e param repentinamente!! já o balão lento e constante!!

  21. Bom dia Salvador! Cara é possível que com esse pouso a localização exata do Philae seja determinada pra até mesmo verificar se o módulo ainda está ativo? E outra, o que a Rosetta pode fazer que o Philae não fez ou tentou fazer?

    Abração Salva! Parabéns pelo post, gosto mt desse formato simplificado 🙂

    1. O Philae já era, Mateus. A essa distância do Sol, seus painéis solares seriam insuficientes para recarregar as baterias.
      E que bom que você gosta do formato! 🙂

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