Uma viagem virtual a Mercúrio, em 360 graus

Salvador Nogueira

Vamos fazer uma visitinha a Mercúrio, o menor dos planetas do nosso Sistema Solar? Confira o mais recente vídeo em 360 graus da série escrita, produzida, editada e empurrada no tranco pelo Mensageiro Sideral!

Essa já é o quarto episódio da série, que fez visitas à Terra, à Lua e ao Sol. (E, para dar uma olhada nesses e em outros vídeos, dê uma passada lá no canal!)

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Comentários

  1. Salvador, sei que não é o tema dessa excelente matéria, mas vc poderia falar depois sobre as estrelas que colidiram e cuja imagem vai chegar a nós em 2022?

    1. Se bem me lembro dessa história, astrônomos predisseram que elas vão colidir e a imagem vai chegar a nós em 2022. (Claro, se vai chegar em 2022, e os astrônomos estiverem certos, elas de fato já colidiram (pelo tempo que leva para a luz viajar de lá até cá), mas não sabemos se eles estão certos, então elas podem não ter colidido, caso em que nada vai chegar a nós em 2022. rs)

  2. Salvador, Desculpe-me por trazer um assunto fora do tema, mas acabei de ler sobre cientistas que conseguiram produzir matéria com, supostamente, massa negativa. Se confirmado, os autores indicam até relação deste fenômeno com observações no cosmo, envolvendo a matéria escura. Acho que pouco a pouco estamos caminhando no sentido de esclarecer estes componentes que faltam para chegarmos a um modelo mais fiel do que acontece no universo. Parece que ainda falta conhecimento quando tratamos de limites como grandes distâncias, temperaturas extremamente baixas e altas, velocidades próximas da velocidade da luz, campos gravitacionais extremos, etc.

    1. Paulo, tem o link aí que fala de matéria escura em conexão com essa descoberta? Porque do que consegui ler até agora, a matéria de fato não tem massa negativa, mas age como se tivesse, por conta de efeitos quânticos a baixíssimas temperaturas, como condensados de Bose-Einstein. Não vejo como a matéria pudesse existir nesse estado fora do laboratório…

        1. É uma referência muito vaga. Não sei se teria mesmo toda essa aplicabilidade, a não ser que alguém descobrisse alguma maneira de objetos astrofísicos produzirem naturalmente efeitos semelhantes. De todo modo, é um estudo bem interessante — uma demonstração do poder da teoria quântica, que previa isso. Eles foram lá e confirmaram experimentalmente. Bem legal. Mas não acho que vá reinventar alguma roda física ou cosmológica aí…

        2. Caro SALVADOR ,Viu? você não deveria ter moderado meu post! só por que para teu discernir, baseado no verbo “ser” ,o que eu digo não faz sentido(modinha de pseudo-código)você que ainda não pegou o sentido do que eu digo. vou tentar de novo!Leia a tese O PARADOXO DO UNIVERSO ,quem sabe nos ajude a sincronizar ideias!
          Eu estava falando da matemática quântica e tua antropologia e outros assuntos,etc..
          Dai tendo como principal assunto a reformulação da nomenclatura dos átomos, em relação a tabela periódica(Átomos quânticos uníssonos),segundo minha teoria, a qual deduzi por psicotécnico, etc…(baseado em conceitos antropológicos como já disse antes).
          você lembra do Estrôncio(38-2=36/6=6(duo-hexa)base 6),que mencionei, um dos 12 elementos quânticos uníssonos.
          dai você entendendo o nível de amplitude quântica, deste elemento estando como 6 X , (x=12)=duo-hexa(base 6).
          dai passar a entender a potencialização dele como uma analogia de uma DDP,(diferença de potencial 6 X). você entende o desencadeamento( – ou + )Lim de onda, tendendo ao infinito. dês que não esteja capturado por outra base (elemento)uníssono(isotopos de elementos quânticos uníssonos!
          dai( – (RU-Rubídio)), (ZERO SR-Estrôncio) e + (Y-Itrio)).
          Da mesma forma este que fenômeno quântico, se combinarmos e manipularmos o fenômeno de potencialização de DDp estabelecido entre o, (-(Al-Aluminio=11)-(Zero SI-Silício=12), e ( + (P-Fósforo=13)).
          Então o Rubídio de uma amplitude de Zero a 12 , ele esta no 11° degrau de desencadeamento, entende? faz sentido? ele esta no ponto máximo ou minimo de degeneração da matéria.
          digo máximo ou minimo baseado na relatividade, pois a degeneração ou regeneração esta relativada a algum dos átomos quânticos uníssonos, que havia te passado, átomos e isótopos base de 0 a 12 X , X=12.
          No caso do Rubídio esta 6X, ja que ele esta 38-2=36.
          já que pela relatividade na natureza tudo se transforma, podemos entender esta relatividade geradora ou degeneradora de matéria,assim como fenômenos da matéria e anti-matéria..
          dai este mesmo princípio, existe em todos os processos e fenômenos da natureza.
          A analogia esta como usar uma força natural(DDP), que existe em todo cosmos, dai manipular este principio para desenvolver tecnologias, e entender diversos fenômenos existentes na natureza e cosmos , que tem base neste principio !

          vemos por exemplo: Rubídio, na produção de equipamentos de propagação de ondas, o Estrôncio na produção de ignitores e fogos, e o Ítrio na produção de equipamentos A Lazer, etc..
          Você sempre vai ver esta base(duo-6) por trás destas matérias não entendíveis!

          Dedo menos nervoso ai na moderação pls!!!

          1. acho que descobrimos com quem aquele garoto do acre andou conversando antes de desaparecer…

      1. Salvador,
        Meu comentário foi no sentido de que conseguiram em laboratório uma condição que poderia produzir massa negativa e desta forma eles mesmos no link, indicado pelo Luiz B, sugerem que o experimento poderia explicar observações no Cosmo. Então o que acho é que em breve vamos descobrir que todos estas observações, que para serem explicadas necessitam da introdução da matéria escura e energia escura, podem ser mesmo resultado destes fenômenos ainda desconhecidos e que começam a ser desvendados. Se por exemplo, o espaço intergalático, que está a baixíssimas temperaturas, de alguma forma pudesse reproduzir a condição do experimento, o resultado seria uma forma de expansão (se é que massa negativa implica em gravidade invertida), o que vem de encontro ao que se observa.

        1. Paulo, tem várias coisas que esse fenômeno aí não explicaria. Eu entendo o ceticismo quanto à matéria escura e à energia escura, mas há boas razões para acreditar que ambos existam. Sobretudo a matéria escura.

    2. Se isso conseguir sair do laboratório um dia, será revolucionário. Poderá, por exemplo, neutralizar a atração gravitacional de um corpo. Ou seja: Você poderá dirigir um veículo que levita como no desenho animado dos Jetsons. rsrsrs

      1. Para isto seria necessário, no mínimo, utilizar uma quantidade de energia equivalente à diferença de energia potencial que se conseguiria com o carro flutuante, para gerar a tal massa negativa. Caso contrário quebraria o princípio da conservação de energia.

  3. Parabéns Salvador! Uso seus vídeos em minhas aulas (cito a fonte sempre…rsrsrs), a meninada adora!

  4. Bom dia nobre Salvador! Belíssima imagem sobre uma viagem virtual ao Mercúrio! Parabéns!!! Desculpe incomodar nesse feriado, e não se sinta incomodado, é apenas falta de bom senso por minha parte, mas em nome da ciência e o búblico deveste agradecer. Estava me atualizando aqui, e soube que vc está participando atualmente da missão espacial Garatéa-L, a primeira sonda lunar brasileira com lançamento marcado em 2021. E se isso confirma, descreva resumidamento aos nossos leitores. Abaixo o link.
    Abraços, obrigado!

    https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Garat%C3%A9a-L

    1. Sim, é verdade. Faço parte da equipe na parte de divulgação e dou meus pitacos no lado estratégico.

  5. Salva, é possível, em um futuro distante, transportar Vênus para uma órbita entre a Terra e Marte? Sendo, ele, muito parecido com a Terra, não é melhor criar um jeito de acabar com o efeito estufa e, com isso, ter uma outra casa? Se for possível, mexeria com as órbitas planetárias?
    Abraços!

    1. Esse negócio de transportar planetas é uma ideia muito louca, e nesse caso mais ainda, porque você quer colocar Vênus além da Terra, ou seja, teria de dar um jeito não só de deslocá-lo como de “pular” a Terra para evitar uma colisão. Sei não. rs

  6. Esse escudo térmico deve ter sido uma nova tecnologia criada especialmente para a Missão em 2004, right? Se fosse produzido em larga escala daria para resfriar mercúrio até os 20 graus. Até aí infelizmente teríamos ainda apenas uma outra lua. Agora se tivesse atmosfera, era só fazer o escudo e partir para a colonização. Posto isso, será que não dá para fazer isso com Vênus? Construir um escudo térmico que fique numa distância entre ele e o foco do Sol e que permita resfriá-lo de forma a tornar o planeta mais confortável para as formas de vida? Poderiamos usar o metal de Mercúrio para a empreitada, já que ao que parece esse escudo térmico é de metal. Íamos ganhar uma segunda Terra.

    1. Uma coisa é proteger uma coisa a menos de um metro do escudo. Outra é fazer um escudo capaz de abarcar o planeta inteiro. E a troco de quê? Colonizar Mercúrio é uma má ideia. E, mesmo que não fosse, poderíamos apostar nas regiões polares sem ter de lidar com esses extremos de temperatura…

      1. vero, mas Vênus é outro papo… bem maior do que marte, e com uma atmosfera muito maior do que a da Terra se conseguíssemos resfriá-lo, dava para fazer miséria ali.

        1. O problema de resfriá-lo é justamente a densidade da atmosfera. Teríamos de nos livrar dela, de algum modo.

    2. Do jeito que a coisa anda por aqui, Samuel, qualquer planeta que nos ofereça uma oportunidade de continuidade dá raça humana será bem vindo. Mesmo que para isso tenhamos que nos desdobrar em esforços herculeos. Esforços, que por sinal, não estamos fazendo aqui.

  7. Estudar Venus deve ser mais interessante, do ponto de vista geológico, porque no passado tudo indica que ele foi muito semelhante à Terra. Até agora, seu estudo, por exemplo, nos ajudou a compreender o efeito estufa e de como esse efeito pode ser devastador, inclusive acabando com toda água da superfície, assim como aconteceu por lá.
    Quem sabe encontremos uma solução que Venus não teve a sorte de encontrar.

    1. Vênus é, de fato, mais interessante que Mercúrio — e bem mais interessante do que o número de missões faz parecer. Merecia mais atenção. É que o ambiente é muito cruel. É duro fazer um módulo de pouso sabendo que a missão vai durar 2h… 😛

      1. Talvez uma sonda balão que ficasse na alta atmosfera e pudesse flutuar pelo planeta fosse uma alternativa mais viáve para Vênus.

        1. Sim, é uma boa opção. Mesmo um orbitador com tecnologia atual podia fazer um mapeamento bem melhor que o da Magellan.

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