Adeus a Gene Cernan: minha conversa com o último homem a pisar na Lua

Salvador Nogueira

Eugene Cernan, comandante da missão Apollo 17 e o último homem a andar pela Lua, morreu nesta segunda-feira (16), informou a Nasa, agência espacial americana. Ele tinha 82 anos.

Veterano de três voos espaciais, Cernan começou sua carreira como aviador da Marinha americana e foi selecionado pelo programa espacial dos EUA para virar astronauta em 1963, no terceiro processo seletivo promovido pela Nasa.

Ele era o piloto reserva da missão Gemini 9, precursora do programa Apollo, mas foi chamado, juntamente com Thomas Stafford, a realizar o voo, depois que a tripulação titular morreu num acidente de avião pouco antes do lançamento.

Depois disso, Cernan ainda faria dois outros voos espaciais — os dois até a Lua. Na Apollo 10, em maio de 1969, ele fez um ensaio geral para a primeira tentativa de pouso, chegando a se aproximar da superfície com o módulo lunar, mas o fim da viagem só seria concluído em julho daquele ano, por Neil Armstrong e Buzz Aldrin, na Apollo 11.

Gene Cernan com a bandeira americana na superfície da Lua, em 1972. (Crédito: Nasa)
Gene Cernan com a bandeira americana na superfície da Lua, em 1972. (Crédito: Nasa)

Depois, ele seria escalado para comandar a última das missões lunares, a Apollo 17. Com a função, veio a marca que o acompanhou pelo resto de sua vida: o último homem a pisar na Lua — ao menos até agora. (A propósito, se você quiser reviver a missão inteira em tempo real, clique aqui.)

Cernan se aposentou da Nasa (e do serviço militar) em 1976, mas continuou envolvido com o setor aeroespacial. Em 2010, tive o incrível privilégio de entrevistá-lo para esta Folha. Naquele ano, o material foi publicado em forma de depoimento, com cortes severos para caber no espaço da página. Agora, nada mais justo que publicar a conversa na íntegra — uma singela homenagem ao espírito desbravador e à mente afiada de Gene.

O Mensageiro Sideral e Gene Cernan, depois de uma entrevista incrível em 2010. (Crédito: Salvador Nogueira/arquivo pessoal)
O Mensageiro Sideral e Gene Cernan, depois de uma entrevista incrível em 2010. (Crédito: Salvador Nogueira/arquivo pessoal)

É sua primeira visita ao Brasil?
Sim. Esta é minha primeira vez no Brasil. Eu estive em todas as partes do mundo nos últimos 40 anos, mas nunca estive aqui. É a primeira vez que vim para cá. E, quando eu passei por Manaus, eu disse: essa é a parte do Brasil que eu queria ver. Porque, você sabe, São Paulo é uma cidade bonita. Mas Nova York é uma cidade bonita. Paris é uma cidade bonita.

E você teve a chance de ir até Manaus?
Não, infelizmente estou indo embora amanhã, então não tive chance de ir. Mas eu já recebi muitos convites para voltar.

Um dos seus principais compromissos no Brasil foi ministrar uma palestra sobre segurança de voo. Como o programa espacial ajuda a desenvolver a segurança de voo para a aviação?
É uma ótima pergunta, porque eu tento transmitir a forma como eliminamos, administramos e aceitamos riscos no programa espacial, que não é diferente de quando projetamos [um avião], construímos e testamos para eliminar riscos, vemos o que sobra e então avaliamos se o risco remanescente vale a pena correr. Eu tenho trabalhado com a Bombardier por provavelmente uns 12 anos e me tornei meio que o embaixador da Bombardier em segurança de voo. E eu gosto disso, porque conforme a tecnologia evolui depressa, começo a ver pilotos mais jovens dependerem exclusivamente da tecnologia e tenderem a perder contato com alguns dos fatores básicos ligados a pilotar um avião com segurança. Um dos meus lemas é “Use a tecnologia como um auxílio, não como uma muleta”. Use-a como um recurso, mas não dependa dela exclusivamente, porque se ela falhar… Essa é uma das coisas que eu falo quando converso com esses jovens aviadores. No programa espacial, nós tínhamos diretrizes não muito diferentes do que você tem na aviação corporativa. Você precisava ir a algum lugar, e em certas circunstâncias a meteorologia entra no jogo, e todas essas coisas que você precisa considerar como piloto. E muitas dessas coisas também entram no programa espacial. Nós tínhamos meteorologia no chão, mas não na Lua. Mas, claro, tínhamos de levar em conta todos esses fatores. Você não entra simplesmente no Challenger-300, pressiona o botão verde e voa para Nova York. Você precisa fazer um planejamento, e o planejamento que fazíamos no programa espacial levava meses e anos para executar uma missão. Então é um pouco diferente, nesse sentido, mas tínhamos de considerar… Espaçonaves são projetadas com um propósito específico. Elas foram projetadas para ir à Lua, você tinha de lidar com um certo ambiente. Quando você desenvolve um Challenger, um Global, ou qualquer avião, você o projeta para voar a certas altitudes, por certas distâncias, ele precisa lidar com certos problemas com a meteorologia… ele precisa ser projetado para cumprir os requerimentos da missão, e você tenta projetar a segurança na própria aeronave ou espaçonave. Quando falo de risco, você tenta, com a ajuda da tecnologia, eliminar todos os riscos potenciais que você pode encontrar. No espaço, na aviação civil, você tenta projetar essas coisas na máquina — tirá-las do caminho. Você inclui redundâncias, você se preocupa com problemas que pode ter com uma roda, um pneu furado, e você inclui dois pneus nele.

Então a principal contribuição da exploração espacial para a segurança de voo está na cultura?
É a cultura. Você está certo, é isso mesmo. É a cultura, que você precisa trazer logo no início para o negócio. Isso entra com os projetistas, e depois você se volta para quem vai pilotar a máquina, quem vai pilotar a espaçonave, o avião. É a mesma cultura. Você primeiro tira tantos riscos quanto conseguir no design, e o que sobrar você analisa pela perspectiva de como você vai administrar aquele risco. Você sabe, se a meteorologia não ajuda, se falta combustível, você administra o risco e, conforme for, você nem sai para voar naquele dia. Acontece bastante no programa espacial, você não pode decolar no dia que quiser. Administrar o risco é uma cultura. É similar ao que fizemos no programa espacial. No fim do dia, quando você vai à Lua, você ainda vai em estar em sério perigo. Quando você voa a 51 mil pés de altitude por sobre o oceano, você ainda está num ambiente que precisa de muita cautela, de certa forma, você está em perigo. Sabe, eu não quero apavorar as pessoas, mas você não está na sua sala de estar. A 51 mil pés sobre o Atlântico ou o Pacífico, é um lugar diferente para se estar caso você tenha um problema. Então, precisamos nos perguntar: construímos a espaçonave ou ao avião bem o suficiente? É a cultura de administrar o risco. E, tendo avaliado os riscos, você precisa se perguntar: vale a pena? Então vamos. Agora nós temos jatinhos que podem voar sobre os oceanos não só com a segurança da própria aeronave, mas com a segurança ofertada pela cultura de quem está pilotando a aeronave. O que estamos tentando fazer pela nova geração de pilotos.

Estamos falando de assumir riscos, administrar riscos, e o programa espacial americano, atualmente, parece ter dificuldades para lidar com isso. Existe a noção de que a segurança dos astronautas precisa ser garantida. Isso não impede o programa de avançar?
Esse é um ponto bem sensível, porque ninguém garantiu para mim, quando eu fui para a Lua, que eu voltaria para casa. Nós fizemos o que eu estava falando, a cultura de projetar a espaçonave de forma a administrarmos o risco, e então fazíamos a avaliação: vale a pena? Se valesse, nós iríamos. Se não, ficaríamos em casa. No caso, valia a pena correr o risco. Nós tínhamos de ser audaciosos. Quando a Apollo 8 foi à Lua, e foi uma decisão audaciosa, nós enviamos três seres humanos para a Lua na primeira vez que colocamos alguém num foguete Saturn V. Primeira vez! E os enviamos à Lua. E havia uma razão para que fizéssemos isso. Estávamos no meio de uma Guerra Fria com a União Soviética. O risco valia a pena. Tínhamos uma boa espaçonave, tínhamos um bom plano, pensamos nos riscos, administramos esses riscos da melhor maneira e acabou, no final, que felizmente fizemos a decisão certa. Foi um sucesso. Mas tínhamos de ser audazes, tínhamos de aceitar o risco. Mas, ao longo dos anos, e eu não acho que isso tenha sido só com o programa espacial, mas eu acho que é uma mudança de geração, que parece ter acontecido no mundo todo. Nós todos, agora, queremos garantias. As novas gerações, meus filhos, meus netos, eu vejo isso nos Estados Unidos, todo mundo quer uma garantia. Se eu vou trabalhar para um jornal, eu quero uma garantia de quatro semanas de férias, quero garantia de que no fim do ano eu receba um bônus. No esporte profissional, quero uma garantia de que, faça eu 50 home-runs ou quebre a perna, eu vá receber meu salário. E eu chamo isso de aversão ao risco. O mundo, as gerações mais novas, tem se tornado algo como avesso ao risco de aceitar certos desafios, como os que aceitamos ao ir para a Lua. Nós vimos isso no programa espacial porque, após os acidentes como o Challenger e o Columbia, você pode ver nós, nos Estados Unidos, com nosso programa espacial, nos tornando mais conservadores. Sabe… a Apollo 12 decolou para a Lua no meio de uma tempestade. Se há uma nuvem no céu hoje em dia, a gente não lança um ônibus espacial. Nós tendemos a ficar mais conservadores, mais avessos ao risco. E há um limite para isso. Você pode se tornar tão conservador, tão avesso ao risco, que fica perigoso demais atravessar a rua. Se você quer atravessar a rua, você precisa pensar: eu quero tanto assim atravessar? Aí administra o risco, vê se o sinal está fechado ou aberto para você, e então faz a travessia mais segura. Mas, mesmo quando ele está aberto, alguém pode vir e te atropelar. E é um risco que você precisa aceitar, senão nunca chegará ao outro lado da rua. Então, sim, eu acho que estamos ficando mais avessos ao risco e mais conservadores, e isso é bom até certo ponto. Mas chega um ponto em que… vai chegar o dia em que vamos a Marte. Será uma missão internacional. Será uma combinação de várias nações. Uma combinação de tecnologia, propriedades intelectuais, capacidades financeiras… será realmente uma missão internacional. Mas vamos ter de aceitar alguns riscos. Teremos de ser audazes. Será uma viagem muito interessante. Isso está a mais uma geração de distância. Mas quando o dia chegar, teremos de nos perguntar: o quanto realmente queremos ir? Quando Vasco da Gama navegou pelos mares, 400, 500 anos atrás, ele tinha garantias?

Você mesmo disse. Na época da Apollo, vocês tiveram de se perguntar: valia a pena o risco? E a resposta foi sim, por causa da Guerra Fria. Mas hoje aparece a pergunta: há vida para a Nasa sem a corrida espacial?
Acho que sim. Lá vem de novo a palavra “cultura”. É inerente à nossa cultura, a cultura do ser humano de querer explorar, de querer compreender, de buscar a próxima fronteira. E eu acho que esse será o impulso. Nós teríamos ido à Lua de qualquer jeito, no fim das contas. A Guerra Fria apenas acelerou o processo. Basta olhar para os exploradores nos últimos 400, 500, 600 anos. Todo mundo queria saber o que havia depois da esquina, no topo da próxima montanha, como é estar lá, como é a vida em Marte. Nós, seres humanos, temos um forte desejo de saber de onde viemos, há vida no espaço profundo, aonde vamos. Temos uma sede, uma sede insaciável por conhecimento, e eu acredito que, mesmo num ritmo mais lento, esse desejo de aprender sobre o desconhecido irá nos guiar para a ilimitada fronteira do Universo, que é o espaço. Nós demos apenas um pequeno passo, para a Lua. Daremos outro pequeno passo, para Marte. E quem sabe para onde iremos depois? Eu não sei.

Apesar dessa sensação, é impossível não contrastar as expectativas com os fatos. Quando você retornou do espaço, em dezembro de 1972, como o “último homem na Lua”, você imaginou que poderia reter esse título até 2010?
Não. Eu nunca pensei, eu previa que estivéssemos a caminho de Marte na virada do século. Meu cronograma está meio desajustado. Eu dizia a todas aquelas crianças de escola, na época das missões a Apollo, que seriam eles que nos levariam a Marte. E nós iremos. Não sei se eu verei acontecer, mas iremos. Mas minha geração pensou que a sua geração iria ter essa oportunidade, e era para inspirar isso que trabalhávamos.

Você foi duas vezes à Lua, a primeira delas na Apollo 10, que foi muito interessante porque vocês quase de fato desceram na superfície, depois subiram novamente, para retornar à Terra, sem pousar. Foi frustrante de algum modo?
Originalmente, na criação do programa Apollo seria a primeira tentativa de pouso. Apollo 7, 8, 9… Apollo 10 era a quarta missão. Mas então as coisas tiveram de mudar, e fomos obrigados a seguir, porque o Módulo Lunar estava atrasado e estava muito pesado, eles precisavam encontrar um meio de cortar peso dele. Então eles decidiram mandar a Apollo 8 para a Lua sem o Módulo Lunar. Não era esse o plano original, a segunda missão já deveria ter todo o equipamento. Então, a Apollo 9 teve o Módulo Lunar em órbita terrestre, e nos ocorreram duas coisas para a missão seguinte: se vamos enviar esses caras até a Lua, colocá-los nessa missão perigosa, por que não os deixamos ir até o final e tentar pousar? Por que assumir o risco, ir tão longe e não deixá-los pousar? E outro grupo disse: bem, vamos deixá-los fazer tudo menos pousar. Vamos aceitar os riscos, executar todos os passos que precedem o pouso e deixar só esse último passo para o próximo voo. E então essa foi a decisão, tomada antes de partirmos. Se eu gostaria de ter estado no primeiro pouso? Claro que sim. Mas do jeito que aconteceu foi melhor, foi uma boa decisão, e para mim isso funcionou ainda melhor, porque eu tive a chance de voltar e comandar a tripulação que eu escolhi, e esse acabou sendo o último voo até a Lua, foi o voo mais longo, o primeiro e único lançamento noturno, que teve uma série de desafios diferentes. Então, em retrospecto, não me arrependo de nada.

Você foi um dos poucos afortunados a não só fazer a viagem até a Lua, mas fazê-lo duas vezes. Cada viagem é diferente?
Na Apollo 17 eu trabalhei com dois caras que nunca tinham ido ao espaço. Então para mim partes do voo eram familiares, mas as partes da aproximação lunar foram completamente diferentes. E, mesmo que você tenha feito isso antes, toda vez é a primeira vez. E, claro, do momento que começamos a descer à Lua aos três dias que vivemos na Lua, isso foi uma experiência totalmente diferente.

Três dias praticamente inteiros vivendo na superfície da Lua. Como foi a sensação de partir?
Ah, eu fiquei desapontado. Nós gostaríamos de ficar mais tempo. As coisas estavam indo bem, mas algumas vezes é quando as coisas estão bem que é hora de partir. Sabe, não tínhamos eletricidade suficiente, não tínhamos oxigênio suficiente… talvez tivéssemos para ficar mais um dia, mas o plano era de 72 horas, e funcionou bem. Você não pode discutir com o sucesso. Talvez, se tivéssemos ficado mais um dia, as coisas poderiam ter saído errado. Foi a decisão certa. E deixe-me dizer isso. A coisa não termina quando partimos. Ao sair da superfície, você precisa chegar à órbita lunar. E se você tem um incêndio antes de chegar lá? E quando você se encontra com a nave-mãe em órbita lunar, você ainda precisa conseguir sair de lá e pegar o caminho de casa. A satisfação vem quando você, primeiro, atinge a nave-mãe e, depois, quando você parte de volta para casa, ajusta o curso para reentrar na atmosfera e, a partir daí, não há muito mais que você possa fazer, além de esperar. Aí é que você tem uma sensação de gratificação, de satisfação. Eu tinha a responsabilidade, como comandante do voo, de obter sucesso, de voltar para casa vivo, e nós fizemos tudo isso. Eu tive imenso orgulho e satisfação pelo que nós conseguimos fazer.

Muitos astronautas das missões Apollo reportaram que estiveram tão ocupados executando tarefas, que tinham tanto com que se preocupar, que não tinham tempo de refletir sobre a experiência de estar na Lua. Como foi para você?
Se você avaliar pelas filmagens que fizemos, a Apollo 17 foi acusada de ter sido a missão em que nós mais nos divertimos na Lua. Nós dissemos e fizemos muitas coisas, conseguimos realizar muitas coisas, fizemos tudo que precisávamos fazer, todos os experimentos, mas nos divertimos também. E trouxemos muitos resultados de geologia. Mas eu disse aos meus dois colegas: “Vocês só vão vir pra esses lados uma vez. Portanto, aproveitem. Apreciem o momento. Não se preocupem com a questão de se vocês vão ou não voltar para casa. Apreciem o momento. Muitas pessoas dizem: você pousa na Lua, você se fecha, e a única preocupação que você tem é se vai voltar para casa. O negócio é deixar para pensar isso durante a viagem de volta. Quando você está na Lua, você tem de aproveitar o momento. Na hora em que tivermos de iniciar o retorno, esse é o instante certo para fazer uma pequena oração. Não antes, OK? Então aproveitem.” E foi o que fizemos. Mas preciso dizer que em todos os meus voos, incluindo meu voo na Gemini, todos os três voos espaciais que fiz, você fica tão ocupado, o tempo é seu maior amigo, porque ele te deu a oportunidade de estar lá, mas é também seu maior inimigo, porque você não tem o suficiente dele. E trabalhar em gravidade zero, trabalhar na superfície da Lua, você sempre está com as mãos cheias. Você nunca consegue um tempinho para recuperar o fôlego. Nós gostávamos do que fazíamos, mas estávamos trabalhando feito loucos lá em cima. Claro, você olha para fora, vê a Terra lá fora e se pergunta: “Eu estou mesmo aqui? Isso é real?”, mas você não fica lá parado, sentado, pensando na vida. E, quando eu fui escalado para o meu voo na Gemini, fui o segundo americano a caminhar no espaço, foi uma experiência incrível, porque cometemos uma série de erros, eu fiquei lá fora durante 2,5 a 3 horas, mas essa é outra história. O fato é que eu nunca tive tempo de pensar muito a respeito. Depois que eu voltei para a Terra e fiz o “debriefing” da missão, fui escalado para ser astronauta reserva em outro voo e, quando aquele voo partiu, eu fui chamado para treinar para outro voo. E quando voltei daquele voo, fui reserva de outro, e assim por diante. E você nunca tem tempo de olhar por sobre o ombro e compreender o que acabou de fazer. Nunca tive chance de pensar sobre a Apollo 10, porque dali eu passei a ser reserva do comandante da Apollo 14. Eu precisava trabalhar na Apollo 14. E quando a missão passou, eu fui escalado como comandante da Apollo 17. Levou 25 anos para que alguém me convencesse a escrever um livro. E eu fiz isso, dez anos atrás, e fiquei feliz de ter feito isso, porque finalmente me deu tempo de olhar para trás e refletir sobre o que se passou.

Vamos agora voltar nosso olhar para o futuro do programa espacial, porque você tem se mostrado muito ativo sobre esse assunto recentemente.
Sim, estou bastante preocupado, mas também bastante confiante.

Queria que olhássemos o quadro mais amplo, porque não é simplesmente a decisão de Barack Obama de cancelar o Projeto Constellation, de retorno à Lua, mas o fato de que, desde a criação do ônibus espacial, nenhum presidente conseguiu estabelecer um programa tripulado que foi levado até o fim. Ronald Reagan tentou com a Estação Espacial Freedom, que acabou cancelada; George Bush, o pai, criou uma meta de irmos a Marte, que foi cancelada mais tarde; depois, George Bush, o filho, criou a visão de exploração que previa um retorno à Lua, e agora isso também ficou pelo caminho…
Ainda não ficou pelo caminho. Mas eu sei do que você está falando. Agora veja: da Estação Espacial Freedom veio a Estação Espacial Internacional, que, pense, embora não vá a lugar algum, é provavelmente o mais incrível feito de engenharia na história do homem moderno – uma estrutura daquele tamanho, construída e montada inteiramente no espaço. Se eu quero viver seis meses na estação espacial? Não. Porque eu já estive na Lua. Depois que você esteve na Lua, ficar em casa não basta. Agora, ela é um recurso extremamente valioso para a comunidade científica? Sim. Nós nunca saberemos o que teremos de volta em termos de ciência até que façamos tudo isso, e a microgravidade é um recurso tremendamente importante, por isso considero importante que a mantenhamos lá em cima. Mas eu também acredito que precisamos do que você estava falando: uma meta mais agressiva. Algo como decidir que iremos a Marte, e no caminho para Marte provavelmente voltaremos à Lua, para realizar diversas coisas que não tivemos chance de fazer na primeira vez em que estivemos lá. E no caminho também provavelmente visitaremos um asteroide ou algo do tipo. E as coisas parecem confusas agora, mas você vai ver, provavelmente antes do fim do ano, que sairemos com uma meta clara e produtiva de longo alcance. Não podemos voltar as costas para o nosso futuro. Você não pode virar as costas para a exploração. Essa é a essência do programa espacial. Kennedy disse, quase 50 anos atrás, nós vamos para a Lua e “vamos fazer as outras coisas”. Agora é a hora de fazer as outras coisas, e acho que você verá um comprometimento de fazermos algumas dessas outras coisas para alcançar além da órbita terrestre baixa. E, como eu disse, quanto mais avançarmos, mais internacional os projetos se tornarão.

E com relação a essa divergência – e parece haver muita confusão sobre isso – entre uma iniciativa comandada pela Nasa ou uma com foco no lado comercial. Não é o caso de termos ambas?
Sim. Um esquema extremamente comercial, com acesso à órbita terrestre baixa, ainda vai levar de 8 a 10 anos para se estabelecer. Por isso, ao menos por ora, a Nasa precisa ser a gerente desses programas de alto risco. Mas veja só: a Nasa nunca construiu uma espaçonave. A indústria americana sim: Rockwell, McDonell, Lockheed Martin, Boeing, essas são as entidades que constroem as naves espaciais em conjunto com o gerenciamento da Nasa. Então, o setor comercial já está construindo espaçonaves hoje! A diferença é que a parceria é um pouco diferente. Algum dia, no fim da década, você verá empresas controlando tudo. Mas neste momento há apenas um comprador: o governo dos Estados Unidos. Então, até que o mercado se abra, ou eles ganhem mais experiência no que estão fazendo, será preciso conduzi-los.

É possível que os chineses consigam chegar lá antes dos americanos?
Eu acho que os chineses estão muito comprometidos. Voltamos à questão da cultura. Eles têm uma cultura de que, uma vez que se comprometam… nós somos impacientes, queremos fazer tudo amanhã. Os chineses dizem, nós vamos fazer, mas pode levar uns dez anos. E você verá os chineses, ao longo do tempo, caminhando nesta direção. Eles percebem a importância da exploração espacial. A estação espacial é a aplicação do espaço. Voltar para a Lua e ir a Marte é exploração do espaço. Eu acho que os chineses estão comprometidos com a exploração. Mas também os Estados Unidos.

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Comentários

    1. a ta denovo esse papinho de ir a lua

      Ah tá, de novo essa imbecilidade dos idiotas conspiraciotários!

      esse povinho acredita em tudo mesmo….

      Esses imbecis, analfabetos e apedeutas duvidam de tudo mas sem provar nada, mesmo…

      deviam era pesquisa e aprende em vez de sair acreditando em tudo.

      Devia era estudar e aprender o básico da educação, que é nosso idioma. Se nem escrever corretamente você consegue, como acha que pode discutir um assunto tão avançado como 2 + 2 = 4?

      dá uma olhada aqui que tem um monte de informação que vocês pelo visto desconhece.

      Tudo lixo. TUDO. Não tem absolutamente NADA que se salve nessa bosta de site que você postou. Tão idiota quanto você.

      1. Idiota é voce, que não tem dicernimento de ver que alguns funcionarios NASA já admitiram a mentira, mesmo podendo ser punido por isso.
        Voces assistem os americanos e babam, acham que são seus super-herois..
        Bunda moles estupidos.

        1. Vamos ignorar por um momento os seus problemas de português. Cite um funcionário da Nasa que admitiu alguma mentira da agência. Não precisa ser da Lua, não. Vou te ajudar. QUALQUER mentira serve. Vai lá.

  1. Lamento pelo falecimento do astronauta, mas essa farsa de 69 não cola mais… até acredito que tenham ido até lá perto, jogado coisas lá (o que fica fácil com a gravidade da Lua), talvez orbitado….

    E não desmereço nada disso, já foi um baita feito, louvável mesmo. Mas pousar, caminhar com pulinhos, levantar de novo, acoplar na nave e voltar pra Terra, em 1969, é demais pra cabeça.

    1. O difícil é entender como alguém pode acreditar que os caras chegaram até a cara da Lua, fizeram descer coisas lá embaixo sem se espatifar (e voltar com algumas delas, claro, porque tem mais de 400 kg de rochas lunares aqui na Terra agora depois disso, estudadas por incontáveis cientistas de incontáveis países), mas mesmo assim não desceriam eles mesmos…

      1. Porque correr o risco de deixar um espelho se espatifar é um risco que a NASA podia correr. Se der errado, perde um espelho, prejuízo $$$ e só. Mas largar gente na Lua, pra depois ter que sair de lá e acoplar de novo na nave (a parte mais difícil sem computadores) era um risco muito alto. Você acredita que o homem foi mesmo até lá, beleza, eu respeito, mas eu não acredito que ninguém fosse querer correr o risco de ser o primeiro homem a morrer na Lua.

          1. é só pegar. por exemplo, joga uma bomba lá embaixo, na Lua, e depois recolhe algumas pedras lançadas pela explosão.

          2. Huahuahuahu, e você jura que acha isso mais fácil do que pousar? Tentar pegar pedras no vácuo ejetadas por uma explosão? rs
            (Não preciso nem lançar mão do fato objetivo de que as pedras — mais de 400 kg, volto a repetir — não apresentam indícios de uma detonação explosiva.)

          3. Será? Eu não gostaria de ser um astronauta em órbita com um monte de rochas vindo na minha direção (essa é a sua hipótese para conciliar “estiveram nas imediações da Lua”, “não desceram”, “trouxeram rochas”). rs

    2. Pousar na lua é demais para a cabeça mesmo pois é algo inalcançável por 99,99999% da humanidade… tem gente que não acredita nem voos tripulados pra órbita terrestre até hoje amigo… e por isso que eles foram lá 6 vezes e os russos tentaram de tudo pra conseguir também e infelizmente não conseguiram, mas também jamais negaram os pousos americanos e estavam lá monitorando tudo. Um dia a humanidade vai voltar lá… talvez até mostrar os locais de pouso com todo o aparato que ficou por lá e ainda deve ficar por bilhões de anos junto com as pegadas dos astronautas… e mesmo assim algumas pessoas vão continuar se negando a acreditar… acontece… coisas inalcançáveis para alguns não são para outras. É a vida.

    1. Há seis astronautas vivos ainda que pisaram na Lua. Nos comentários mesmo alguém deu a lista completa, se não me engano.

  2. A diferença entre uma pessoa honesta e um estelionatário é que quando ambos veem alguém perder um documento, o primeiro avisa e o segundo não avisa nada, pega o documento para si mesmo.

  3. Sabe o que é um bilhão de conspiracionistas, terraplanistas, geocentristas, criacionistas e outros céticos e ignorantes na Lua? Além da vida na Terra ficar bem melhor, a humanidade escaparia da Idiocracia.

  4. Ficar três dias passeando na Lua deve ser o máximo, coisa que emociona até a gente que nunca vai poder ir. Como ele disse, quem faz isto tem que aproveitar cada momento.

      1. Você duvida? Então digite procure “Lunar Laser Ranging” na Internet e saiba eu os russos também enviaram jipes robôs com retrorefletores a Lua mas devido ao movimento deles, a localização exata dos mesmos foi perdida pois se exige que ela seja conhecida no momento da instalação dos espelhos, o que os astronautas americanos fizeram com espelhos estáticos sempre voltados para Terra, permitindo vários observatórios no mundo todo realizar a experiência desde as missões Apollo, o que aumentou muito a precisão do cálculo da posição da Lua. Os jipes russos só recentemente foram localizados precisamente. Procure VSOP, VSOP87 ou VSOP2000 também para saber que cálculo é este.

  5. Nossa véio! Sempre que o assunto envolve a ida à Lua os comentaristas piram. Tem até um maluco que mandou o Salva ir pesquisar. E o Giba meu! É risada garantida. Deveríamos marcar um churras com brejas prá juntar todos esses doidões, inclusive eu.

    1. Já pensei mais de uma vez que seria divertido reunir fisicamente a galera dos comentários… rs

      1. Visualizo o Eu™ na churrasqueira e o Apolinário do lado, o tempo todo dando palpites e dizendo para fazer diferente, pois “não é assim que está escrito no manual”.

        1. Reunir com quem espalha a farsa ? Seria nos rebaixarmos à visitar os desinformados idólatras dos Estados Unidos. rsrsrs

      1. Este Geraldo Carmo não sou eu que escrevo sempre para este blog. Será que vou ter que usar o Trade Mark que o Eu usa?

          1. Olá. O meu Trade Mark está ai para não confundir ninguém, exceto o Salvador que conhece o email de todo mundo.

          2. Ele tá usando seu email também. Já fez isso com o EuTM em outra ocasião. Infelizmente o sistema de comentários de cez em quando buga e mostra pros usuários o email de outra pessoa.

            Cara, o que faz uma pessoa ser tão babaca assim? Bino, Magali, Timm Mill e o seu clone são a mesmíssima pessoa. Veja quantos comentários ele postou. Só pode ser um doente mental, sociopata, que não tolera um ambiente de camaradagem e respeito mútuo e entra para estragar tudo. Muito triste.

          3. Nogueira, seu criançola!
            Como ousas mencionar meu nome nessa contenda?
            Aprenda a ficar calado e não vomite impropérios insultando pessoas que não tem nada a ver com essas babaquices.
            Estás querendo se vingar de alguma coisa?
            Pelo jeito, ficasse traumatizado só porque eu sacaneei o teu queridinho, só pode!

          4. Nah, não sou vingativo. Nem raiva eu tenho de trolls. Só fico frustrado. Acho terrível que o espaço legal que temos aqui, com tanta gente bacana, seja poluído por uma pessoa que patologicamente tem prazer em criar intrigas.

          5. Claro que essa pessoa não sou eu, right?
            “Se sei, digo que sei”!
            “Se não sei, digo que não sei”
            Já te fiz vários questionamentos, demonstrando que tenho sede pelo saber.
            Mas claro, como leitor de grandes obras sobre o tema, não serei obrigado a concordar com tudo o que me dizes.
            Assim sendo, no decorrer do caminho, poderemos ter pequenas desavenças, até aí, considero tudo normal, resta saber se tu vai querer descer do pedestal quando for necessário.

          1. Caro Salvador, conheço sua posição a respeito da franquia/moderação nesse espaço, respeito muito e o aplaudo de coração.

            Mas cá pra nós… deve dar uma vontadezinha de moderar, pois não?

            Esse sociopata dá saudade do Apô, do Wadão/Wadinho, do JR e do Bertinho. Juntos.

            Até porque essa baixaria já foi feita com meu email, lembra-se? Coisa de adolescente com espinhas no rosto e mão cheia de pelos, QI de samambaia e juízo de galinha.

          2. Bem por aí. Mas fique tranquilo. Para ele, a festa acabou. Eu tenho por costume receber bem as pessoas na minha casa, mas se elas entram, bagunçam todas as minhas coisas, colocam o pé em cima da mesa e pedem para eu buscar uma cerveja na geladeira, sinto-me no direito de expulsar.

  6. Salvador, excelente entrevista, muito rica; muito obrigado pelo replay. A proposito, nenhum comentario dele acerca do passeio no jipe…que pena…

    1. Teve jipe na Apollo 15, 16 e 17. Não achei que era um tópico que eu devesse levantar na entrevista. Claro, se eu tivesse tempo ilimitado com ele…
      E atenção: não foi “replay”, porque a publicação original tinha sido cortada a dar com pau. Essa foi a primeira vez em que essa entrevista figurou na íntegra! 🙂

  7. Fala Salvador. Bom dia.

    A atmosfera de Júpiter é composta principalmente de hidrogênio e hélio (tal como o sol).
    Porque ele não é uma estrela ? O que quero saber é porque ele não iniciou um processo de fusão nuclear que o tornasse um segundo sol no nosso sistema sonar ?
    Ou então, porque e como as estrelas conseguem iniciar esse processo?

    Abraço

    1. Faltou massa. Júpiter precisaria ter mais massa, para condensar ainda mais o núcleo com a gravidade e então iniciar as reações termonucleares que rolam no interior do Sol.

        1. O quê? Você não acredita nisso? Mesmo depois da detonação das primeiras bombas de hidrogênio? Então tá.

          1. Pulou de, reações nucleares que rolam dentro do sol, para bombas de hidrogênio. Então tá…. E agora ? Vamos dar uma passadinha por Saturno ? Mudou de cor por causa da influência da aproximação de Nibiru…

        2. O Sol e todas as outras estrelas são gigantescos reatores de fusão e fissão nuclear expostos no espaço. Duvida? Então explica o porque ele emite tantas emissões eletromagnéticas em todos os comprimentos de onda. A teoria da fogueira eterna que os antigos usavam para explicar o Sol não daria suporte para o que se observa nele, pois nenhuma árvore quando queima emite tantas frequências em todo o espectro eletromagnético com tanta intensidade.

          1. Nao o seu, chará, eu me referi à “reações termonucleares que rolam no interior do sol”. Achei engraçado. Não sou físico. Mas acho engraçado, desculpe, afirmar demais de uma estrela tão distante, o que “rola” dentro dela. Físicos… Então, seja lá o que dizem, lemos , repetimos… Assim que mudarem de opinião, mudamos tambem, doutores?

          2. Se você tiver uma opinião melhor e que se adapte a tudo o que é observado na natureza e no Universo, construa uma nova teoria, apresente-a aos cientistas do mundo todo e espere todo tipo de críticas e propostas de testes lógicos e pela experimentação. Muda-se de opinião por que as teorias explicam o que é observado até o limite da nossa compreensão no momento da construção da teoria, passado este limite, outras teorias podem ser construídas. O que nos ajuda a entender o que se passa dentro de uma estrela é a espectroscopia, a física nuclear e a física de plasma, só para exemplificar quais ramos da física que podem ajudar.

          3. Calma, Edinaldo. É um clone. É o babaca Bino/Magali/Timm Mill/etc.
            O verdadeiro Geraldo Carmo passou a usar um TM para não ser confundido. E é super gente boa.

  8. Fiquei “cabrero” com essa, Mano!

    Uma sonda chinesa denominada Akatsuki, registrou/fotografou, uma onda gigantesca de gravidade na atmosfera do planeta Vênus, e segundo informantes, uma das maiores já vistas no sistema solar, com mais de 10.000 km de extensão do polo norte ao sul de Vênus e altitude média de 65 km de altura.

    Isso deve ser um verdadeiro look of the hell.

    Pergunto:

    – Qual seria a causa desse cataclisma?
    – Seria isso, um evento normal naquelas paragens?

    1. A sonda é japonesa, e não é de todo surpreendente, dada a superrotação de Vênus. Mas sem dúvida é um fenômeno interessante. Vou atrás de ler sobre isso.

      1. Deve haver alguma cadeia de montanhas bem altas embaixo daquela atmosfera espessa naquele ponto. A própria sondagem na radiofrequência parece indicar que há montanhas lá. Na Terra isto também já foi observado nas cordilheiras mais longas, só que bem menos intenso.

        1. Superrotação da atmosfera de Vênus. Não do planeta. O planeta gira devagar feito uma lesma.

  9. Salvador, ótimo artigo para amenizar uma péssima notícia.

    Com relação ao artigo de ontem, dê (e demais interessados) uma conferida nas coordenadas: 21º13’38.35″S / 44º29’06.82″O e 21º15’02.92″S / 44º28’09.68″O
    Pelo Google Earth, altitude do ponto de visão de 3.45km.

  10. Salvador, ai esta de onde vem a piada cada um honorável pode dizer o que quiser , mas se estiver o GP, Censura nele, porque esta modinha de pseudo código.
    agora me diga , isso ai existe? já esteve comprovado em laboratório?.
    Ao meu ver se a lua gira-se em torno de si, haveria campo magnético, dai gravidade etc.. isto pra mim que não faz sentido.>>>

    https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2017/01/17/se-a-lua-gira-por-que-vemos-apenas-uma-de-suas-faces.htm

  11. Sensacional, Salvador! Gene Cernan tinha o espírito pioneiro dos exploradores, verdadeira cultura do risco! Hehehe.. Precisamos disso atualmente, como ele disse. Gente disposta a assumir riscos, até mesmo na vida cotidiana dos cidadãos comuns. Rest in peace, my friend.

  12. E ainda há quem acredite na conspiração de que o homem nunca pisou na lua, há quem diz que um ser humano não pode passar do cinturão de Van Allen.

    Sei que a tecnologia de ponta de hoje, já existia nos anos 60, prova disso é que a internet nasceu via fibra óptica antes mesmo do que o cabo coaxial e utp, mas era de uso militar exclusivo, a própria internet era exclusividade militar e é óbvio que a tecnologia de ponta ainda hoje é restrita ao uso militar, podem ter certeza que a sociedade só consome tecnologia que já é ultrapassada pela militar.

    Se querem saber o porque EUA e Russia brigam mas nunca declaram guerra? Ambos já possuem armas de destruição em massa capaz de acabar com a vida na terra( desenvolvida logo após a descoberta da bomba de hidrogênio ), e ambos se respeitam por exatamente o mesmo motivo, medo de usar essas armas, o mundo esta sujeito a uma palavra desses presidentes, e tem gente que nem se importa com o que acontece no seu próprio país, quanto mais em outros ou mundo a fora.

    1. Bastante simplista e conformista seu comentário. Chamar de conspirador alguém que indaga aquela “giringonça” de 1969 fazer a reentrada na camada atmosférica, mostra que você nunca estudou um pouquinho mais profundamente o assunto. Fora toda a impossibilidade anterior à isso. Olhe para os últimos ônibus espaciais e a tecnologia avançada necessária para aquentar o atrito e o calor. A reentrada sempre foi, e ainda é, a parte mais vulnerável de uma espaçonave enviada para fora da camada atmosférica.
      O restante nem vou comentar… (???) “A tecnologia de ponta de hoje já existia em 1960” (???) uashuashuashuash…

      1. Você AINDA acha que o módulo lunar reentrou na atmosfera? Tá pior do que eu imaginava então…

        ahahaha

        1. Epa, agora eu que to curioso *eu tm. . Defende que foram para a lua e nao voltaram ? ou o nome eh outro? ou o que trouxe os astronautas de volta, na sua opiniao. Nao dizem que desceram de paraquedas ?

        2. Não sou eu não, Eu™. Já faz tempo que eu comento aqui e você sabe qual era o nome da igreja que fundei para os trolls que comentam também, não é?

          1. Igreja? Voce que fundou, voce que frequente ela. Troll. Apenas sou um que entendeu a farsa. Isso nao me faz troll. Essa postagem é para o publico, e tem espaço aberto para opinioes, e exponho a minha.

          2. Pois é. Infelizmente o babaca “super-duper-hacker” te clonou. Que saco. Fica poluindo os comentários. É triste pedir desculpas pela babaquice alheia, mas o que posso fazer?

          3. Disse o fake: “Apenas sou um que entendeu a farsa. Isso nao me faz troll.”.

            Isso faz dele mais que um troll. Um troll especial, com certas dificuldades cognitivas básicas.

            Parabéns, campeão.

            Geraldo Carmo™, quando o indivíduo ainda era “Magali”, eu tentei dar alguma dica de HTML. Mas a falta de cognição não ajuda. Assim o Magali Mill não consegue clonar seu nick.

    2. Você resume a própria ignorância chamando de conspiração.
      A tecnologia de hoje já existiana década de 60? Hahaha…
      O homem já passou o cinturão de radiação ? Hahaha
      Acho que vc é sobrinho do jornalista. Apoiando em tentar um pouco de fama propagando, ainda hoje, essa mentira .

    1. Ah, aproveita e posta aí o vídeo do Buzz Aldrin dando um soco na cara de um babaca que tentou fazer isso com ele. Mó legal. Se quiser, manda ele gravar um vídeo comigo pedindo pra eu jurar sobre a Bíblia com uma câmera na minha cara que eu mostro como foi! 😛

      1. Pois é. Agora, falar sobre os outros 5 astronautas que JURARAM sobre a Bíblia, ninguém fala. Só citam os que se recusaram. E também omitem o motivo. No caso do Aldrin além de tudo ele foi ENGANADO a comparecer a um evento que nunca existiu, foi ACUADO pelo Sibrel e depois de tudo ainda foi chamado de covarde e ladrão.

        Aquele soco foi é pouco.

        1. E aí, vai citar os outros 5 que toparam E juraram sobre a bíblia que foi tudo verdade?

          Esses não contam, né? Afinal vai de encontro á sua crença…

          1. Verdade? Neil Armstrong negou ? rsrs…. bom , pra mim isso nao prova nada. Ele pode ser ateu, ou de outra religiao… rs. ….E os outros sabendo, podem ter feito, rapidinho como o Salvador…. = HEI !!! Traga logo essa biblia ak que vou mostrar que eh verdade… hahaha.. essa parte eh bobagem.

      2. Você, Salvador, jurar sobre a bíblia, Salvador ? O que você poderia jurar ? Que pretensâo… hahaha No máximo jurar que entrevistou e que acredita que ele é seu herói…. uashuashuash…. ja vi, nao precisa de bíblia, não…

          1. Auto lá, Salvador. Vai me chingar sobre a biblia tambem? Isso prova que facilmente os 5 mentiram tambem. Pois a vida deles dependia disso, apos o Neil negar. Verdade, já pensou os 6 negarem? rsrsrs

  13. Acho que o próprio Salvador coloca publicações com elogios à ele mesmo.
    Vai deletar este comentario ? Salve-se Salvador… uashuashuash

        1. Não deletei nada. Só não havia aprovado ontem, porque estava ocupado com outras coisas. Tipo o aniversário da minha mãe.
          (Eu tenho vida, não sou um desses bobocas que conseguem postar OITOCENTOS comentários em 15 minutos.)

  14. Ótima entrevista, Salvador.
    Imagina o treinamento que recebeu ao longo de sua jornada para estas 2 missões.
    E o que deve ter feito ao longo de sua vida divulgando, trabalhando e influenciando tantos outros na NASA e outros cantos do mundo.
    Parabéns Gene Cernan.

  15. Vá em paz Cernan! Na Netflix tem o “The Last Man on The Moon”, excelente documentário sobre a Apollo 17, recomendo.

        1. CARA, OLHA ISSO !!! que demais… Igualzinho ao “original”. Nao teria como falsificar com todos os detalhes, inclusive de qualidade. ESTUDIO !!!!

        2. Que burrinho, hein? Esse filme foi rodado em 77, se não me engano, e a prova de que foi gravado na gravidade terrestre é o último passo da escada. Quero ver você simular a gravidade lunar com a tecnologia de 69.

          Realmente Kubrick era demais, serto, jênio?

  16. Tenho certeza que ate o final deste século todos os locais de pouso das missões Apolo terão sido transformados em locais de visitação turística. Tenho 59 anos, acompanhei quando criança os projetos Gemine e Apolo, nunca me esqueço da transmissão ao vivo de dentro da Apolo 8 circum-navegando a Lua no Natal de 1968 e a Apolo 11 no ano seguinte.

  17. Tenho certeza que ate o final deste século todos os locais de pouso das missões Apolo terão sido transformados em locais de visitação turística. Tenho 59 anos, acompanhei quando criança os projetos Gemine e Apolo, nunca me esqueço da transmissão ao vivo de dentro da Apolo 8 circum-navegando a Lua no Natal de 1968 e a Apolo 11 no ano seguinte.
    Gene Cernan…R.I.P

    1. Final deste século ? Você diz 2098, 2099 ? uahsuashuash.. A cada dia que passa mais pessoas estão compreendendo esta grande farsa, não dura tanto não. E eu estou ak para ajudar. Não se sinta ofendido, até uns 5 anos atrás, poucos no mundo não acreditavam nessa estória de pouso na lua. Mas hoje em dia podemos estudar, analisar, e não apenas nas ilustrações dos livros de escola e jornais. Pesquisar é necessário, e não apenas entrevistar o mais interessado na farsa, o astronauta.

  18. Salvador, vou repostar ai para ver se vai, este negocio de coke etc. O assunto esta que alguém(P&K) fez uma serie de gravações por um telescópio avançado, agora no ultimo equinócio da lua, durante uns três dias no máximo da lua cheia, dai então deu para ver em determinado ponto, algo que sugere o mundo intro-terreno lunar, como minha ultra-spectromem(rs) pareidolia visão 12D de profundidade, deu para ver como esta a coisa por lá, como entender que a parte exposta da lua, que esta voltada para terra, esta como um cratera que vai dês de teus extremos; ate o núcleo da cratera, o que faz da lua e da tal cratera, um gigantesca ralo, dai o porque de não haver mais oceano lá, dai da para ver “água” ou algo estando pulverizado dos extremos ao núcleo da cratera. Como imaginar a lua como uma rosca onde a água entra pelo lado exposto e provável brota pelo lado oculto, dai passo a crer na possibilidade de um oceano liquido no núcleo da lua, de onde pode estar o eco sistema intro-terreno que da suporte a vida na lua, dai para não correr o risco de censura de minhas hipóteses; por estar visto como modinha de pseudo código, não vou postar o link, nem os minuto para conferencia, fica para próxima , dai mostro os links deste tal vídeo, com o minuto, e também se estiver o caso, os videos do google Earth de believ mare moscoviense do meu canal. provável que gene soubesse algo que pudesse influenciar esta tese.
    Cada dia perdemos dados(informações) vivas, com a morte destes astronautas,em que , através destas informações, poderíamos sair desta inercia; amercer do que a NASA que ou não que esteja divulgado.

          1. Salvador, eu diria: 13 anos, viciado em internet, usa youtube como fonte de conhecimento e aprofunda suas hipóteses em blogs conspiracionistas. Nessa de youtube deve ter tropeçado em um vídeo seu, o que o trouxe até aqui, onde agora virou parasita do blog, comentando cada matéria na esperança de transmitir ao mundo seu pseudo conhecimento. 😀

        1. O blog é dele. Precisa desenhar isso também pra você?

          Ou você ainda não entendeu que suas “teorias” (vou maneirar na qualificação) são publicadas por benevolência dele?

    1. Amigo, como você pode descartar a utilização de beta-terrenos na superfície da Lua. Esta sua teoria há muito já foi comprovada pelos estudos utilizando duo-hexodais de laser, junto com óculos espectrais ultra-sensíveis. Claro que a água brota do outro lado, ninguém está refutando isto, como já mencionei, os estudos realizados com sensores kinéticos justapostos detectaram todo tipo de substância. Lógico que os cientistas não iam publicar, estão mais preocupados com as implicações geopolíticas desse achado, ainda mais quando decidirem enviar um disco exoplaneitodal com substratos lógicos de hexomedine. Aí é que o bicho vai pegar. Quanto ao ecossistema intra-terreno, já sabem até que os organismos ecloidoides vêm à superfície vez ou outra, talvez querendo passar uma mensagem delta-capsiloidal para os humanos, mas aí você já entra no espectro da especulação, até mesmo para os mais entendidos.

      1. Hexomedine = Este medicamento é destinado ao tratamento local das inflamações limitadas à cavidade oral e orofaríngea (garganta): faringites (inflamações da faringe), aftas, estomatites (inflamações da mucosa da boca) e anginas (inflamação e infecção na garganta podendo acometer as amígdalas e faringe).

      2. Bem parecido com o Bertinho, Joker. Mas ele é imbatível. Nem quando tentamos a gente soa tão inocentemente pirado quanto o real Bertinho.

        Melhor trollar os dois novos carinhas de QI de samambaia que apareceram por aqui nesse post desde que você goste de jogar xadrez com pombos.

  19. Só gostaria de saber como os lunáticos heróis voltaram à terra, se os foguetes propulsores se desligaram do módulo lunar no caminho de ida, como as imagens mostram!

    1. Faz o seguinte: em vez de ficar perguntando, por que você não dá uma busca? Eu poderia te explicar, é bem simples, mas, para quem vem aqui falando desse jeito, o melhor aprendizado que você pode ter é aprender a pesquisar no Google.

      1. Isso, seja um salvador da noticia…. – pesquise no google sobre o Diretor que deixou testamento sobre o falso filme no pouso da lua, sobre a Nasa atualizando a impossibilidade de passar pelo cinturão de van Allen até hoje, sobre a jogada de marketing, sobre o sistema de paraquedas na reentrada na camada atmosférica ser muito difícil até os dias de hoje mesmo em capsulas não tripuladas. etc

          1. Opa, desculpe intrometer nesta. Mas estou lendo todas. Fui ver, nao eh tudo balela nao. O diretor Stanley Kubrick deixou uma declaração para ser publicada 15 anos apos a sua morte que foi ele que fez o filme. Isso eh serio !!!

            aqui o video. http://ovnihoje.com/2015/12/13/video-de-alegada-entrevista-com-stanley-kubrick-circula-na-web-pousos-lunares-foram-farsas/

            Será que ele iria escrever uma balela para ridicularizar sua vida ? Não. Ele nao faria uma estupidez desta.

            E o Cinturão de Van Alen lembro ter lido cientistas afirmarem ser radiação intensa.

  20. E agora o grupo dos Moonwalkers está reduzido à metade… dos 12, estão vivos apenas Aldrin, Bean, Scott, Young (que pilotou também o primeiro vôo do shuttle Columbia), Duke e Schmitt.
    E estão todos na casa dos 80 e tantos… ;(

  21. Mais um grande herói que se vai. R.I.P Gene! E que venham os próximos heróis da exploração do espaço.

    1. André, não existe uma “teoria” da Terra plana. Existe uma idiotice da Terra plana, que nega desde as evidências que os antigos e medievais já conheciam até as fotos tiradas da Terra no espaço. Abraço!

      1. Existe essa intrigante teoria. Difícil mesmo de acreditar. Intrigante além da conta. Mesmo porque existem provas (isso, são provas) que não existe curvatura nos lagos e oceanos. Foi enviado um raio lazer de uma borda, sobre o lago Titicaca, para o outro lado à mais de 100 km de distancia a 1 metro sobre a água. A luz chega do outro lado à 1 metro sobre a água. Eita….

          1. Formato da terra é outro tema, Neste, estou rindo do pouso na lua. Terra convexa é demais ak. Muito técnico.

          2. Se você parar de deletar meus posts eu coloco em breve. Agora o tema é sobre o fake pouso na lua….

        1. Dispararam o laser exatamente num plano tangente a superfície terrestre no ponto do disparo? Se não calibraram exatamente, a experiência pode ser manipulada facilmente para ter o resultado desejado pelo experimentador. Se a Terra não for plana, o feixe seria detectado acima da margem do lago numa altura que é fortemente dependente do valor do raio terrestre no ponto de disparo, caso contrário as alturas seriam iguais mesmo. O importante seria tentar detectar o feixe só quando se fizesse a calibração no plano tangente com a máxima precisão possível. Este portanto seria um método para achar o valor do raio terrestre caso a Terra não fosse plana.

      2. Uma das desgraças de nosso tempo é que hoje o indivíduo lê Olavo de Carvalho et caterva e sai por aí questionando ou se colocando como um especialista sem ter qualquer conhecimento no assunto, exatamente como os “pensadores” que leu. Que desgraça isso da teoria da terra plana, como se um navio surgisse espontaneamente no mar do nada.

        1. Uma das desgraças de nosso tempo é que hoje o indivíduo lê Olavo de Carvalho. Ponto. Nem precisa mais do resto.

          1. Tudo o que o Olavo de Carvalho escreve não serve para nada a não ser para ele mesmo ganhar uns trocados usando a ignorância alheia. Bill Kasing, um dos primeiros, senão o primeiro que criou esta teoria que os pousos das missões Apollo eram falsos também fez o mesmo e até hoje muita gente acredita nele mesmo depois de sua morte. Milhares ou milhões de pessoas sabem a verdade, mas tem sempre uns espertinhos que vão enganar outros milhões para ganhar dinheiro com o ceticismo ignorante destes. O pior é que tem gente que defende as teorias destes pilantras a todo custo, inclusive ignorando a lógica e as enormes evidências. Quer uma boa evidência de que o homem foi a Lua? Experiência do Espelho Retrorefletor Lunar. Vários observatórios fazem esta experiência. Os espelhos só poderia ser colocados com a precisão que eles foram colocados se alguém fosse lá colocar pessoalmente naquela época. Os russos tentaram fazer o mesmo, mas perderam a localização exata dos seus jipes robôs na superfície lunar e só recentemente redescobriram a posição exata deles.

  22. Pelo andar da carruagem nenhum daqueles astronautas que estiveram na lá na Lua estarão vivos para ver a humanidade revisitar aquele mundo. E infelizmente Marte é coisa para aqui dez anos ou mais no futuro.

    Mas vendo pelo lado positivo, os chineses estão bem interessados em ir para a Lua, assim como os também russos querem. E as pretenções são maiores, não querem apenas visitar a Lua, a idéia é estabelecer uma base por lá.

    Com outros países buscando tantas conquistas no espaço isso com certeza mexe com o ego dos americanos.

    Creio que estamos vivendo um arrefecimento da corrida espacial. O que é ótimo. Voltaremos a Lua, isso é certo. Talvez em cinco ou dez anos.

    Há muito o que se aprender sobre a Lua e ela guarda muitos mistérios.

    Salvador, seu entrevistado é ótimo em contar histórias. Ele te deu um excelente material para publicar. Adorei a entrevista. Que ele descanse em paz. :'(

    1. Pois é. Tenho o poder de fazê-los vir aqui sempre e me dar audiência e comentários, mesmo que seja só para falar as asneiras de sempre! 🙂

        1. Non, voce não é burro. Desculpe. Só quer audiencia e luta por isso. Afinal, quanto esforço custou essa entrevista, né ?

        2. Bem, com você está dando certo, né, troll? Quantos comentários você despejou no blog? Em dias diferentes? Unique views, pageviews… Os haters ajudam pra caramba o sucesso do espaço! Obrigado! 🙂

    2. Márcio? É inveja do Salva, doença mental ou psicopatia? Estamos curioso pra saber…. Alguns aqui vão dizer que é burrice mesmo, mas eu sou generoso, queria saber de vc mesmo…

  23. Que pena que não sou assinante e não posso ler…
    Conversou com ele sobre as pessoas que insistem em dizer que o homem nunca pisou na Lua? Kkk

      1. Então ganhe seu tempo, e pesquise Salvador. Porque até a própria Nasa ja disse que isso tudo foi (e ainda é) uma jogada de marketing.
        O homem nunca chegou até 1000 km da terra, por causa da radiação.
        Olhe para a “barraca de camping” que dizem ter pousado na lua. Como aquele treco voltaria da lua, com que tecnologia, espaço para combustível, espaço para paraquedas? E como entraria na camada atmosférica sem fritar ?
        Está para ser lançado um foguete pela NASA (já lançaram?) para usar uma capsula e paraquedas como teste para a reentrada na camada atmosférica, com desenho parecido da Apollo.
        Porém , será (ainda) um experimento não tripulado, pois a capsula entra na camada atmosférica à mais de 30.000 km/h. Tem esse video na internet, da própria NASA.

          1. https://www.youtube.com/watch?v=F8evNN8F5-o
            Acima vai novamente o link com 5 afirmações sobre a impossibilidade de passar a região de radiação. A de numero 2, é um pedaço de um pequeno filme da NASA (que repito, é uma empresa incrível ) sobre o Orion, que usa o sistema de capsula com paraquedas, pela primeira vez, com uma tecnologia complicadíssima para os dias atuais, e ainda será testada, se a proteção funciona no cinturão de van allen, para depois enviar tripulação.

          2. “sobre o Orion, que usa o sistema de capsula com paraquedas, pela primeira vez, com uma tecnologia complicadíssima para os dias atuais, e ainda será testada, se a proteção funciona no cinturão de van allen, para depois enviar tripulação.”

            HAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHAHHAA

            De verdade, não pode ser sério. Ninguém é tão burro assim.

        1. Huahuahuahua! Dá um Google em “arquitetura da Apollo” antes de fazer essas perguntas, cara, para não passar vergonha. Você acha que o módulo lunar voltou à Terra?? Huahuahuahua

          1. Como reconhecer um troll? É simples. É o mala que posta dez comentários um atrás do outro…

          2. Ué, mas você precisa decidir! Acredita na NASA ou não acredita na NASA?

            Não é contraditório postar um vídeo com palavras da NASA, que diz não acreditar, para “provar” que a NASA mente?

            Cri.. cri.. cri..

          3. Já coloquei link sobre o Orion Spacecraft e foi apagado. No vídeo, sim da Nasa e recente, é dito que nunca o homem passou pelo cinturão de radiação. Agora, que todos animais enviados foram fritados, isso não se fala abertamente, nem que o homem não pousou na lua. Porém não precisa. Se não tem como passar, nunca pousou na lua. A Nasa tem trabalhos incríveis, mas passa muito pouco do que foi descoberto. Não tem obrigação de passar, certo?
            E você fica ai chamando de herói , como um cachorrinho faminto de atenção , de um astronauta fake.

        2. “Está para ser lançado um foguete pela NASA (já lançaram?) para usar uma capsula e paraquedas como teste para a reentrada na camada atmosférica, com desenho parecido da Apollo.”

          Cara, você está em 1960??? Viajou no tempo??? Ou é só um troll querendo atenção????

        3. Mais um capítulo da séria série “Questionando o que não compreendo”. Vejam Timm Mill, nosso antiheroi, passar vergonha ao fazer perguntas ruins e afirmações piores, confundindo o que não sabe com o que não aprendeu. Não saia daí…

          1. Vergonha nenhuma. Um dia é voce que vai ficar com vergonha de ter acreditado que o homem pousou na lua. Até poucos anos atrás, não existiam provas disponiveis, só questionamentos sobre sombras, bandeira tremulando, espaço para combustivel, paraquedas, etc. Hoje temos, e voce esta trabalhando em cima de uma mentira
            . Ele é seu heroi ?

          1. Se você entende, me explica como aquela `barraca de camping`da década de 60 passou ela irradiação que envolve a terra. Isso que a própria NASA deixa escapar de tempos em tempos que nunca foi possével. Me explica você, sem pesquisar no google, youtube..

          2. Você ta me criticando, e nem me entendeu. Cara, o homem nunca pisou na lua. Nem chegou à 1000 km da terra. Só espaçonaves não tripuladas que passaram o cinturão de radiação. É tudo uma grande farsa, e tem pessoas tentando lucrar, se projetar com isso até hoje.

        4. Tudo desses conspiradores estão no Youtube… a prova de uma tese ridícula se resume ao Yutube…

          1. É o local de “estudo” deles. Pra que ir à escola estudar de verdade, aprender e PENSAR, se tudo o que “precisam saber” já está no Youtube, mastigadinho?

            Geração de bosta, meu camarada. Não tem salvação. Estamos caminhando a passos largos para a Idiocracia.

          2. Conspiração é um termo genérico. Um combatente de uma mentira pode ser facilmente chamado de conspirador.

          3. “Conspiração é um termo genérico. Um combatente de uma mentira pode ser facilmente chamado de conspirador.” by Timm Mill.

            Um inocente útil também. (principalmente quando possuidor de menos atributos do intelecto).

  24. Salvador, sabe qual é o nome do livro do Gene Cernan que ele escreveu e comentou na entrevista? Encontrei alguns na amazon e fiquei em dúvida de qual é exatamente.

    Obrigado!

      1. Não fique assim fazendo beicinhos e homofóbico com a profissão de mecânico!
        Apenas fiz uma analogia devido a sujeira do macacão, SÓ ISSO!

      1. Alessandro, seu guri alegre e levado!
        Queres que eu te apresente o bracinho da Magali?
        Diz que sim!
        Diz que sim!, … kkkk!

        1. Olha só, você é do Sul também e também fala “guri”, como o Magali…
          Detalhe: os comentários estavam todos pendurados aqui para aprovação, então um não viu o guri do outro. E mesmo assim fala igual.
          Junta isso com o Tim “Troll” Mill e temos um caso clássico de um fulano sem nada para fazer. Trabalhar nem pensar, né? 😛

          1. Calma, guri!
            A última coisa que eu faria, seria esconder que sou sulista, um privilégio para poucos.
            Desculpe se te decepciono.
            Sempre te respeitei, apenas não gosto de alguns auxiliares, pelegos/vassalos/serviçais.

          2. To fazendo o mesmo que você, escrevendo. E eu estou alertando os que ainda acreditam nessa situação que você propaga idiotizando os leitores.

          3. Era só o que faltava, o Salvador Caipira, querer interferir no nosso modo sulista de falar.
            Só para atazanar mais um pouquito, vou escrever mais no nosso dialeto nativo. Aguarde!

  25. Muito triste. 2017 começou levando um dos mais incríveis astronautas que a NASA teve oportunidade de ter como colaborador.

    Recomendo o documentário “Last Man On The Moon”, disponível no Netflix. Quem ainda não viu, veja.

    Descanse em paz, Gene.

    1. É, fiquei chateado mesmo. Buzz que me desculpe, mas o Cernan foi o astronauta Apollo mais legal que entrevistei. 😛

      1. Salvador, cada pessoa é especial ao seu modo porque não existem duas iguais. Cernan era legal de um jeito. Buzz de outro. E temos que ser gratos por isso. Mas o interessante é ver como a imensidão do espaço tocou a humanidade desses homens e como tivemos tempo para apreciar essa mudança, de aprender com essa experiência. Nunca lamente a morte. Agradeça sempre pelo privilegio de compartilhar a vida.

        1. Sim, claro, foi incrível falar com Buzz, sujeito sensacional. Só digo isso poque normalmente a gente imaginaria mais legal falar com alguém da Apollo 11, a primeira, do que da Apollo 17, a última…

      2. Ele parecia entender bastante como as coisas funcionam dentro da Nasa, e não é para menos com a experiência que tinha!

        Deve ter sido incrível mesmo conversar com um cara desses, bela entrevista. Parabéns!

      1. Aproveita e emenda o “In the Shadow of the Moon”, que apesar de ser bem mais antigo (2007) e não ter no Netflix, é um ótimo documentário e conta com comentários do Cernan, Aldrin, Young, entre outros. 🙂

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